Certificação é estratégia, não obrigação universal
Há projetos em que a certificação agrega valor institucional, previsibilidade e referência técnica importante. Em outros casos, um sistema muito bem especificado para o uso real já atende plenamente a demanda, sem necessidade de perseguir homologação formal.
A decisão mais madura é aquela que entende objetivo, orçamento, operação e padrão esperado. O erro está em tratar certificação como fetiche ou, no extremo oposto, ignorar sua utilidade quando ela faz sentido.